Uma dupla de plantadores de maconha no oeste do Canadá aparentemente estaria usando ursos para proteger seu cultivo ilegal, mas os animais provaram ser um pouco relaxados em suas funções de segurança, disse a polícia nesta quarta-feira.
Autoridades estavam destruindo duas grandes plantações de maconha perto do lago Christina, no Estado de British Columbia, onde eles perceberam a existência de 10 grandes ursos pretos caminhando pela propriedade, disse a polícia.
Primeiramente, autoridades suspeitavam que os ursos poderiam ser perigosos, mas rapidamente constataram que os animais eram dóceis, afirmou a polícia em nota.
Duas pessoas foram detidas em ligação à droga.
Aparentemente, os ursos estariam sendo alimentados com comida de cachorro para que seguissem na propriedade.
Agora digaí... 10 ursos na floresta, todos de boaça e nego ainda diz que eles tavam sendo alimentados com ração de cachorro... é pra rir né?
O cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, disse, em documentário que o Biography Channel exibe no dia 15, que a maconha o acompanhou até recentemente em sua vida. "Das chamadas drogas", ironiza ele. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
Gil disse que quando se mudou para Londres, tomou "cento e tantos ácidos", mas só a maconha servia, para ele, como uma "flanela na lente sentimental e musical". "Toda vez que eu fumava, desembaraçava alguma coisa", diz ele, sobre o efeito da droga.
Texto do Portal Terra
Juuuuuuuura? Pô, e eu aqui pensando que ele tinha virado careta, logo depois de ter sido preso em 1976(video2) por porte da massa =/ E pra quem fala que a Maconha não destrói os neurônios, o nosso grande brother Gil manda o recado(video3)...
Plínio de Arruda Sampaio, candidato do PSOL à Presidência, afirmou nesta terça-feira (27) em sabatina do R7 e da Record News que, se eleito, permitiria a "indústria da maconha" no país. Segundo ele, o fato de algumas drogas serem consideradas ilegais alimenta o crime organizado. Plínio defendeu a legalização de drogas "culturais" como a maconha e o chá de Santo Daime.
- O que gera o crime é: você tem uma demanda, não é regular [a droga], e cria o crime. [...] Vou permitir a indústria da maconha no Brasil. Agora, o crack não. Cocaína também não.
Plínio defendeu que a produção de maconha seja controlada pelo governo. Segundo ele, a droga seria vendida com taxação de impostos. Plínio também afirmou que os consumidores de drogas deveriam ser acompanhados "com atenção".
Rapaz, esses dias eu tava até parando pra pensar em quem eu votaria para presidente do nosso querido Brasil-sil-sil... Dilma, nem pensar! Serra, Deus é mais... já tava quase decidido de anular meu voto, só que aí apareceu esse brother aê, falando coisas que eu realmente gostei de ouvir. Sei que essa época do ano não podemos confiar nessa raça, mas vai que o coroa tá falando a verdade e resolve liberar... Vamos lá então, já estamos na merda mesmo, pior não deve ficar... coroa, você ganhou meu voto! Para Presidente, voto Plínio 50!
As autoridades de saúde espanholas autorizaram nesta quarta-feira a comercialização do Sativex, um medicamento derivado do cannabis para o tratamento de espasmos em pacientes com esclerose múltipla. A ministra de Saúde espanhola, Trinidad Jiménez, explicou que o uso terapêutico da cannabis é estudado há anos, por isso que existem "testes clínicos e evidências científicas" de sua utilidade em determinadas doenças.
O uso da substância para atenuar os sintomas de diversas patologias é um assunto polêmico, mas o certo é que alguns pacientes com doenças que causam muita dor recorrem à maconha para mitigar o sofrimento. A partir de agora, os doentes de esclerose múltipla com espasmos musculares de moderados a graves poderão consumir o produto mediante aerossol oral, sempre que o prescreva o especialista.
As companhias Almirall e GW Pharmaceuticals comercializarão o fármaco na Espanha. Antes, porém, o Ministério da Saúde deverá aprovar o preço e o reembolso, processo previsto para ser finalizado em breve. A ministra descartou que o uso médico desta droga se estenda para outras doenças, como câncer, e ressaltou que se trata de "uma utilização muito específica.
Jiménez lembrou que o produto foi utilizado pela primeira vez no Canadá e, desde então, foi importado à Espanha de forma "muito controlada" e para um número "muito reduzido" de pacientes. GW Pharmaceuticals iniciou os trâmites de registro para a aprovação do Sativex em outros países-membros da UE, como Alemanha, França e Itália.
Se a Maconha é proíbida porque faz mal pra saúde, qual o problema de uma pessoa com METASTESE usar a parada pra sofrer menos? =/
Falaê pessoal... quantos maconheiros, iniciantes ou não, já se bateram pra fechar(bolar, apertar, enrolar...) um beckzinho? Falo por experiência própria pois nunca tive paciência(antes de tirar a cara, claro... depois de acender um pareço uma fábrica e faço logo o resto da massa toda pra não ter trabalho depois) para tratar(dichavar, desbelotar...) a parada.
Há quem goste de fumar um abará(pastel, à lá cowboy...), nada contra mas convenhamos, você chama uma gata pra fumar um e saca do bolso uma trouxa toda desfigurada é feio demais. Agora claro que se for apenas pra você(ou com brothers) tirar a cara aí até esse maluco aí pode te servir como professor...
Hehehehehe, notaram o dedo do maluco? Imagine se sua gata vai querer ficar com esse amarelo incriminador no dedo.
Bem, para fechar um baseado decente não é necessário muita coisa, anotem aí: Seda Autocolante(para não precisar babar o beck todo), Pilão(serve um lápis n2) e para fazer uma piteirazinha sucesso pode ser usado um pedaço de maço de cigarro. Vejam como é simples no vídeo abaixo.
DICA: Se você é como eu e tem preguiça na hora de tratar, você pode adquirir um triturador que é bem baratinho..
Em 1997, o professor aposentado de farmacologia da City University of New york's Medical School Jhon Morgan e sua colega Lynn Zimmer, publicaram um livro chamado "Marijuana Myths, Marijuana Facts" (Maconha: mitos e fatos).
Os acadêmicos tiveram como objetivo central no livro, buscar argumentos frequentemente usados pelas pessoas que se opõe à legalização, regulação ou reformas na lei da maconha. Este livro, tem capítulos sobre os danos ao pulmão, aos fetos no processo de gravidez, ao sistema imunológico, etc. Segundo Morgan, seria estranho uma droga sem nenhuma periculosidade, mas de todas as drogas psicoativas, a maconha é, de longe, a mais segura. Isso não quer dizer que alguém pode fumar e desempenhar todas as funções cotidianas normalmente como se não houvesse fumado. De fato, o mais importante em um debate sobre a criminalização da maconha são os factóides gerados por falsos conceitos, pois são eles que impedem um maior debate com a sociedade e pesquisas científicas na área. Por que a inústria farmacêutica iria querer que você plantasse remédio no quintal de casa capaz de curar dor de cabeça, cólicas ou que pode ajudar um paciente com câncer ganhar algum peso e mais qualidade de vida no seu tratamento? O motivo é óbvio: porque se pudesse plantar, a indústria farmacêutica não teria lucros. Vocês conhecem alguém que morreu de overdose de maconha? O máximo que pode acontecer é o cara ficar dormindo e depois sair comendo tudo que ver pela frente. Agora, tome uma overdose de aspirina! Há... com certeza será sua última dor de cabeça…
A maioria dos governos são assim, eles não querem que você use suas drogas e, sim, as drogas deles! Todo dia na TV você vê um comercial anunciando algum remédio tentando te viciar em alguma porcaria legalizada, então eles ficam inventando sintomas até acharem algum que você tem! Você está deprimido? Dói quando faz xixi? Está solitário? “Oh meu Deus! eu tenho esse sintoma! Estou doente! Comprem um remédio para mim!” Brincadeiras a parte, devemos refletir mais sobre o assunto, pois a magnitude das causas reais da criminalização e da ilegalização das drogas, entende-se por ilegal como “mercado paralelo”, não refletem os reais interesses da sociedade como um todo para se alcançar o estado de bem-estar social. As razões são múltiplas e interdependentes umas das outras, mas uma delas chamarei a atenção: Razões econômicas para a ilegalização. Com a aceleração do processo da globalização mundial, historicamente, vimos triunfar estados neoliberais que defendem a mínimna participação do estado no que diz respeito a aspectos econômicos que motivem seu crescimento e produtividade. Desta forma, no estado mínimo, a “mão invisível” do mercado adora uma “ilegalização”, pois as falhas de mercado são encobertas quando não há regulação e controle; e tudo que uma mão invisível mais deseja é falta de regulação e controle! contrário ao que muitos pensam, a criminalização juntamente com a ilegalização das drogas não é uma via de regulação, controle e melhoria da saúde pública e, sim, uma forma de mascarar os interesses daqueles que lucram com “as falhas de mercado”. Resumindo: A ilegalização não combate a violência urbana ou outras mazelas sociais, ela apenas contribui para uma perpetuação do poder daqueles que lucram com a ilegalização das drogas. Em um mercado paralelo ou ilegal jamais haverá regulação, logo os ofertantes desses produtos, atrelados a uma forte demanda reprimida, fazem a farra e propagam o caos social no mundo. A maconha deve ser legalizada não porque é “segura” e, sim, por poder ser “perigosa”. Concentramos-nos na maconha por causa dos seus danos mínimos, mas mesmo sabendo que podem existir certos perigos, no uso da maconha, eles seriam melhor controlados em um sistema regulado, um sistema onde o mercado de varejo pudesse se desenvolver, um sistema que removesse a criminalidade.
Texto de Rodrigo Galindo, adaptado para o D Borest Blog.
Assista o vídeo abaixo onde o professor Jhon Morgan explica porque legalizar a Maconha.
O documentário "Grass", que possui um tempo total de 78m39s e foi dividido em 8 partes, fala sobre a guerra nos EUA contra a maconha, mostrando desde a chegada da erva, década de 20 até o ano de 1998, as medidas tomadas pelo governo contra o seu consumo, mesmo sem possuir provas de que o seu uso era nocivo a sociedade e para a própria pessoa.